Além dos motoristas, cada indivíduo, como parte da sociedade, possui sua reponsabilidade quando o assunto é segurança no trânsito

Em 2021, foram registradas 20.249 mortes no trânsito. Isso significa que a cada dia 55 pessoas perderam a vida em acidentes. É isso que diz o relatório do Registro Nacional de Acidentes e Estatísticas de Trânsito (RENAEST).

É um dado alarmante! E aí você pode se perguntar: mas de que maneira eu, como cidadão, posso contribuir para um trânsito mais seguro?

Justamente para trazer essa reflexão e conscientizar cada indivíduo sobre seu papel nesse desafio, “Juntos Salvamos Vidas” foi o slogan definido pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito) para a campanha Maio Amarelo 2022. Ou seja, mesmo as pessoas que não possuem nenhum tipo de automóvel ou não dirigem podem contribuir com o movimento.

Descubra como, abaixo.

O cidadão e o movimento Maio Amarelo

De acordo com Cassiano Novo, diretor da Mobilidade Segura, o papel do cidadão é respeitar as leis, normas e sinalização de trânsito local, independentemente de ser pedestre, motorista, motociclista ou ciclista.

Claro que para cada tipo de transporte existem normas e regras específicas, que constam no artigo 29 do Código de Trânsito Brasileiro. Mas falando especificamente dos pedestres, Cassino listou dez dicas de como contribuir com o movimento Maio Amarelo, confira:

“Além disso, ajudar pessoas com mobilidade reduzida, como idosos, pessoas com deficiência, gestantes e com carrinho de bebês, também é papel do cidadão para fazer um trânsito mais seguro”, comenta Cassiano.

Sobre a parceria Mobi7 + MobiAnjos

Para reforçar a conscientização dos cidadãos sobre esse tema, a Mobi7, em parceria com o projeto MobiAnjos, iniciativa de responsabilidade social da empresa Mobilidade Segura, apoiou a realização de uma ação especial no dia 20 de maio de 2022, na Praça Rui Barbosa, em Curitiba.

Realizado desde 2015, com alinhamento das Campanhas Maio Amarelo e da Década Mundial de Ações de Segurança Viária da ONU, os principais objetivos dessa ação e do programa como um todo são:

Educar pedestres para uma travessia segura;

Sensibilizar os condutores para respeitarem os pedestres e a faixa de pedestres;

E sensibilizar gestores públicos para o desenvolvimento de políticas públicas em prol das pessoas com mobilidade reduzida.

“Os órgãos públicos de trânsito, seja na esfera municipal, estadual ou federal, ONGs e empresas sempre estiveram presentes, apoiando o programa. Isso mostra um comprometimento dessas instituições para termos um trânsito mais seguro. Além disso, a resposta da população durante as ações são 100% positivas, com ótima receptividade”, conclui Cassiano.

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